terça-feira, 8 de novembro de 2011

Lose you.

                     



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 Agora é oficial, cheguei ao fundo. Sou a caricatura exata de uma romântica, em um patético realismo. Eu devia aprender a não confiar nem nos melhores amigos, pois quando se vai a única coisa que fica é a má reputação. Não sou uma garota má, nem ao menos sei o significado da palavra maldade. Mas agora eu sou uma perdedora, vamos lá podem rir, principalmente você! O miserável mais sortudo que já conheci.
Nada de lágrimas, vou só deixar a marca de café no seu carro. Cansei de ver pessoas se amando, por que o amor, o amor não existe, e agora estou tão no fundo que não posso nem me deitar. Me de mais um gole disso ai, não sei o que é mais eu quero mais. Pode misturar isso com alguma batida diferente, estou cansada de repetir, o mesmo recurso parece sempre voltar. Cheguei tarde pra festa, recebi o convite tarde demais, agora outra esta no banco carona. Aquele banco vermelho talvez eu nunca esqueça, o vermelho.
[Lose you - Brenda Stelys]

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Miss

      Ela é o meu eu, o lado egoísta exposto pra quem quiser ver. Ela também é pisciana, o que surpresa tive esta manhã. Ela tem o cabelo que quero, exceto por não ter mechas azuis, ela não teria coragem. Ela carrega pensamentos primários, que eu já moldei, mas os dela por mais primários que sejam ainda guardam em si a essência destes que eu guardo aqui na cachola. O que ela é? Pra mim? Particularmente nada, na verdade é insignificante sua presença. Ela senta do meu lado todas as manhãs, de vez em quando escapam algumas palavras aos meus ouvidos, mas nada de importante. Mesmo assim ela continua la, sendo o meu outro lado exposto, sorrindo, dançando, cantando. Até mesma ilusão amorosa de vida ela tem, mas aceite menina ele não vai voltar, destino simplesmente não existe. Porém não tem como conviver com a sua presença irritante no pé do meu ouvido. Então assim se não for pedir muito, suma da minha vida agora, esta bem?


  [Miss- Brenda Stelys]

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Qualquer semelhança é mera coincidência.




Me pergunto. Você faria algo de bom pra mim? Algo de bom pra nós? Algo como não ir embora jamais? Eu já sinto a sua falta, até mesmo agora quando estamos lado a lado nesta cama tão quentinha, nesse quarto quase escuro. Ouso dizer que sinto falta do seu calor mesmo que seja o seu corpo que esta me aquecendo nesse frio constante. Você também sente minha falta? Se esquece de mim depois que sai desse portão? Poderia ficar aqui pra sempre?



[Qualquer semelhança é mera coincidência. - Brenda Stelys]

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Não sou otimista.



Procuro uma música que seja tão fria quanto esse inverno. Eu sei que ela esta com raiva de mim, e não é pra menos, eu também sou tão fria quanto esse vento que sacode a minha janela. Este som por sua vez, deve se sentir incompatível, pois ele sabe que não vai conseguir me fazer chorar com essa guitarra, bateria e voz grave.
A música acabou eu sei disso, mas ainda não achei um momento certo pra toca-lá ou ouvi-lá. Não vou conseguir encontrar ela, nunca.Quando o frio chega eu quero correr pra me aquecer. Eu quero correr muito, até não achar o caminho de volta pra casa. Ele até que é gostoso, mas o calor, ele sim, me joga pra de baixo do tapete.
Por quantas vezes eu me imaginei correndo, em uma estrada de tijolos, rodeada de árvores e vazia.Essa estrada eu já vi uma vez, eu tinha 10 anos, e nunca me senti tão pequena e livre. É uma rua estreita passam dois carros no máximo, as folhas não paravam de cair, tem pequenos pontos de luz, tudo que eu queria era descer do carro e correr até o fim do caminho. Por quantas vezes já me vi não voltando. E foram tantas as vezes que pensei bem mais do que deveria. Sou consumida por extremos, se não me queimo me afogo. Gosto de pensar que tenho tranquilidade e que sei lidar com isso bem.
Dormi com o mesmo jeans. Tenho acordado com o pé esquerdo toda manhã. Não fui a aula mas passei o dia inteiro com o uniforme. O que eu tenho? Não sei dizer. Alias eu não sei mais nada de mim. O que sou, o que eu fui, o que eu posso ser. Tudo é obscuro demais pra mim. Minha mente não acompanha mais o meu corpo. E meu corpo, por sua vez, não acompanha mais nada. Eu sou uma luta imaterial, sou uma guerra, sou a desordem.

[Não sou otimista. - Brenda Stelys]

terça-feira, 6 de setembro de 2011

I miss you.

Não era o mesmo pôr do sol de sempre.
Este era mais silencioso, triste.
O amor e a alegria acabaram.
Não sei o que esta acontecendo, mesmo assim eu continuo aqui
Com o pôr do sol triste e sem saber o que falar ou o que sentir.
"- Vamos sentar na grama?"
Ela sabe que quando estou triste gosto da grama e do céu.
Sim ela sabe, ela sabe de tudo que eu sinto.
E eu sabia que se importava comigo...
Ficou ali falando, falando, falando "coisas aleatórias" como ela mesma disse.
Porém continuo me sentindo sozinha, e como sempre ela sabia disso,
que eu estava procurando alguém para substitui-la,
mas não saiu do meu lado.
E nem parou de falar, entre linhas, o quanto eu fazia falta na vida dela.
O que eu faço? Sou covarde. E não tenho coragem.
Não, não é coragem! O que eu preciso é de estabilidade.
Não quero me sentir sozinha mais.
Porém eu não posso machucar ninguém, só a mim mesma.

[I miss you - Brenda Stelys]

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

' eu não sei quem eu sou, quem eu sou sem você;

Você esta indo embora e eu não quero me importar, pois sei que vai doer e ninguém vai segurar a minha mão. Porém estou cansada e você mais do que ninguém deveria saber como estou desgastada, sem rumo. Eu também tenho o direito de "não aguentar mais", de ser respeitada e não crescer. Sei que nada vai diferenciar as coisas, assim como você "não tenho coragem de mudar".
Droga, não me faça desistir. Vai realmente deixar as coisas se apagarem?
Porque não para de jogar as coisas na minha cara? Se você não confia em mim eu deveria mesmo acreditar que isso é real? Não cobre de mim o que você não consegue fazer, pois eu já não sei viver com isso. Você deveria saber que me machuca também.
E de novo eu não sei o que é realidade, mentira ou oculto.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Equilíbrio distante.



Não eu não estou pronta,mas venha me consumir estranho, porque você está aqui. Não sinto nada, eu só te quero. Não quero nada, eu só sinto tudo por você.

Sabe quando escuta aquela música dedilhada seguida com uma batida? Sabe quando vem aquele vento frio em um dia de verão? Então você não sabe o que eu sinto por você, meu querido estranho.

Eu te entrego então, tudo o que eu quero em dobro. Irá sentir na espinha toda a repulsa que eu sinto por ti,
mas não vai querer desgrudar da pele quente que te esfria.

Quando eu disser que te amo, só me leve no portão e me deixe ir. Se eu disser me deixe ir, me prenda e costure uma teia de confusão. Porque meu amor é estranho. Tão estranho quanto esses sapatos que usa.
Estranho como o xadrez da sua blusa. Estranho como seu corpo magro.

Então, estranho, venha ver, venha ver! O circo esta passando, e eu não quero ficar triste sozinha.
Venha me acolher com sua indiferença. E me expulsar com o seu amor.


[Equilíbrio distante - Brenda Stelys]

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Um sonho canibal.

Ela é uma praga, doença.
Arranca a pele, mas não come a carne.
Porque os seus olhos se viraram pra mim?
Era pequena, careca e me aterrorizava.

Ela é um verme, demônio,
e matou a si mesmo.
Porque os seus olhos viraram pra mim?
Pulou em meu corpo e o sangue não quer mais sair.
Já queimaram minha roupa, mas ele não sai da minha pele.

Ela se acabou, mas não liga.
Só não entendo por que os seus olhos se viraram pra mim.

[Um sonho canibal - Brenda Stelys]

O mesmo pôr do sol

Olho pela janela e que surpresa! Já esta de noite.
Me explique então mestre, o que é o tempo?
Todo o dia já se passou e eu já não me reconheço,
essa expressão de cansaço me confunde.
Me diga mestre, quem sou eu?

Quero ser forte, quero ser cuidadosa,
mas já faz três dias que não arrumo meu quarto,
e nem pretendo fazer isso tão rápido.
Não quero médicos ou remédios.
E a cura nunca veio e nunca vai vim sozinha.
Porém eu sei como são os hospitais e não quero estar neles, de novo.

Meu corpo esta se acabando.
Sim ele esta! Desde que eu nasci ele se acaba,
disso eu me lembro muito bem
do pequeno flagelo.

Me diga mestre, o que é a felicidade?
Não aguento mais olhar para as caras amassadas de manhã,
nem as expressões destruídas a noite.
Estou cansada e não suporto eles.
Me diga mestre, eu serei infeliz sempre?

[O mesmo pôr do sol - Brenda Stelys]

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Pode deitar ai do meu lado, mas não se importe se eu ficar calada, não é nada sério.




Estou mal,
minhas pernas e braços doem.
Minha vida parece desmoronar a todos os instantes.
Cansei de ser otimista e tentar ser feliz é para os fortes,
Mas agora, estou fraca,
Estou mal,
minha cabeça dói, não tenho amor, carinho,
não tenho motivos nem formas,
Nenhuma inovação, nenhum futuro, nenhum cuidado.
Não posso falar, mas eu quero chorar todas as horas,
Porém chorar é para os que tem tristezas ou alegrias então eu não posso.
Mesmo assim estou mal,
estou quente, bamba e não consigo levantar.
Ando pelas ruas sozinha querendo mais solidão,
Não quero voltar pra casa, não quero ficar na rua,
eu só preciso de um lar,
algum lugar que eu possa falar, pensar e agir conforme a minha música.
Sinto frio, muito frio, quero deitar um pouco em qualquer espaço que tenha sol,
mas eu quero ir sozinha, sem nenhuma palavra vazia ao meu redor, 
nenhum sorriso falso, nenhum abraço glacial.
É incrivel dizer isso, mas agora eu quero ficar sozinha.


[Pode deitar ai do meu lado, mas não se importe se eu ficar calada, não é nada sério - Brenda Stelys]

domingo, 10 de julho de 2011

Eu vejo uma pessoa só em seus textos.



Em um imenso mundo de solidão,
sem nenhuma música, nenhuma cor,
nada além de procuras e deserto.
Resolvi perambular por ai, mas nada encontrava.
Porém um dia, já com tédio da vida.
Sozinha eu andei.
Mas naquela tarde, encontrei alguém, alguém que disse:
"Quem sabe eu possa preencher o vazio no seu coraçãozinho"
Não levei muito a sério na época,
Na verdade não sabia se seria possível, mesmo assim eu sorri.

O tempo passou e já faz mais de um ano que ouvi esta frase,
e pra falar a verdade aquele vazio quase não existe.
É incrível como que agora eu posso dizer que eu realmente encontrei,
finalmente, tudo o que eu mais precisava veio junto com ela,
Equilíbrio, paz, sinceridade e carinho.
Tudo o que meu "coraçãozinho" estava cansado de procurar.
As vezes eu não sei como expressar ou como ajudar.
E aproveito pra dizer que quando eu fico muito quieta,
é só pra poder aproveitar um pouco da calmaria que me transmite.
Obrigado por apenas sentar do meu lado, sem exigir respostas ou sentimentos que eu não posso lhe dar.
e por favor nunca vá embora da minha vida;

E agora qual pessoa você vê neste texto?

[Eu vejo uma pessoa só em seus textos - Brenda Stelys]

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Enfim, o fim.

O fim chegou,
E eu estava na janela a observar,
Olhei, olhei, olhei,
Mas não quis evitar.
O fim que lentamente se aproximava,
Mas não tardava a chegar.
Meio assim de rabo de olho atrás da cortina 
Olhei o fim que chegava na esquina
e assim como quem não quer nada
levantei bem de pressa e abri a porta
Coloquei o tapete de "Boas vindas"
e fui embora.

[Enfim, o fim  - Brenda Stelys]

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sem precipitações.

As vezes fico pensando se você lembra de mim,
mesmo que de vez em quando.
Você se preocupa comigo?

Não sei bem mas tudo parece um sonho.
Podem até falar que foi mentira,
e que tal "felicidade" não justifica o sofrimento.

Lembra que a gente sentava na varanda
e pensava em liberdade e música?
Eu olhava o crepúsculo,
e não saia da minha mente "como eu poderia ter te encontrado?"

Me ensinou tanta coisa,
Me deu tanta força, luz, paz e beleza.
Eu não me importava com nada,
e pra falar a verdade ainda não me importo,

Sei que querer você aqui,
Pra me ouvir, pra cuidar de mim.
É egoísmo eu sei.
Desculpe por isso, e por todas as vezes que fui egoísta.
Mas você me ensinou a gostar de viver.
Me deu o mundo,
Mas eu o trocaria por você.

[Sem precipitações - Brenda Stelys]

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Valioso



Não sei bem como dizer isso mas talvez seja a hora.
Você esta me deixando aos poucos e eu não quero que você vá;
Eu poderia até orar, te chamar, mas acabou!

Acabou? Sério? Quando foi que eu deixei de te amar?
Talvez tenha sido seu descaso,
Ou depois de enxergar que eu não tenho culpa de nada.
Eu posso até estar mentindo, o que é muito provável, que eu esteja.
quando eu digo que não gosto mais de você.
Mas eu só vou assumir isso quando
Você parar de mentir pra mim e dizer o quanto eu realmente significo.

Você esta me esgotando aos poucos, mas eu não vejo.
Você esta me matando aos poucos, e eu não sinto.
O que fazer então?
Vou la e te beijo ou só deixo você pra traz?
Se bem que eu ainda não sei se é deixar você pra traz,
ou deixar você seguir,

É confuso isso, e meus sentimentos que digam
o quanto é difícil pra mim pensar em deixar você ir.
Mas talvez seja preciso pra que eu ganhe algum valor.
Mesmo assim eu não vou ficar melhor,
Seja como for, em qualquer alternativa eu não vou me sentir bem.

[Valioso - Brenda Stelys]

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Guarda-los

Lembrei do passado e percebi que este não me faz bem,
São pequenas memórias.
Coisas que só serão guardadas pelas palavras que escrevi,
pelas lágrimas que...

Poemas incompletos guardei.
Rosas e cartas que deveriam ter sido queimadas.
Mas que foram guardadas para preservar, pequenas cenas de amor.

Tudo tão claro, tão explicito.
Você sorriu pra mim e eu de amor morri.
Isso é tão estúpido quanto o tamanho da minha ingenuidade.

Suas palavras em meus ouvidos foram guardadas,
Me deitei em cima dos papeis de um diário,
em que só o seu nome estava escrito,
Então me afundei nisso.
Pois apesar de poucas as palavras que não foram ditas,
nos olhos foram guardadas,

Em sua maneira eu modelei meus sentimentos.
Não era apenas deixar de existir, era existir sem propósito.

Essas coisas que só serão guardadas pelas palavras que escrevi,
pelas lágrimas que eu não deixei rolar.


[Guarda-los - Brenda Stelys]

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Essencialmente isso.

Sentido, cartaz, desenho, violão, calçada, remédios, loucura,

Preciso, caindo, fundo do poço, banheiro, chorar.

Sorriso, sorvete, teatro dos vampiros, lua.

Correr, pular, coca-cola, cantar, gramado, abraço.

Roxo, serenissima, azul, rosa, preto, cinza.

Fujir, all star, madrugada, laranjeiras, janelas e cofres.

Não me sinto melhor.

Estou em meu quarto fazendo o que sempre fiz
assistindo aquele mesmo filme pela quarta vez na semana
Suas cores já empreguinam as paredes
Mas não me sinto melhor
não me sinto melhor

Sei que a culpa é quase toda minha
Chega uma hora que você passa a ser seu proprio inimigo
Sou meu proprio inimigo, sou meu proprio inimigo
Mas não me sinto melhor
não me sinto melhor

Sei que me chingar e tentar rasgar o passado não adianta
Mas mesmo assim não acredito no que fiz
Ser infantil é facil mesmo que você tenha 50 anos
e mesmo pensando tudo isso e tendo certeza de quem sou

Eu não me sinto melhor, não sinto melhor
não me sinto melhor, não me sinto melhor

[Não me sinto melhor - Fhárley Tavares]

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Existe diferença entre a mentira e loucura

Venha querida deite aqui ao meu lado,
Você se lembra das noites que passou aqui?
Em meio aos meus cobertores.
Daquele beijo inocente na testa.
Daquela calmaria,
Do abraço aconchegado.

Mesmo que não se lembre, ou finja não lembrar,
Eu me recordo muito bem,
Das noites que eu passei em seu colchão.
Das lágrimas de insegurança,
Das confissões do passado.
E da respiração quente.

Naqueles dias, eu sentia inveja das antenas de telefone,
Ciúmes de mim mesma,
Cuidado com o imoral,
E luxúria com pequenos toques.

Olhe baby, você pode até tentar esquecer,
Pode até ignorar que sente minha falta,
Ou até mesmo viver nesta mentira, e continuar a ocultar os fatos.
Porém quando o dia nascer, quando a madrugada de néon clarear suas lembranças.
Você não vai conseguir parar de pensar no paradoxo que existe entre suas mentiras e a realidade.

[Existe diferença entre a mentira e loucura - Brenda Stelys ]

segunda-feira, 7 de março de 2011

A despedida da nobreza.



Quero dar-lhe um beijo de despedida.
Quero dar-te um tapa em meio a face.
E dizer todos os adjetivos/palavrões que eu conheço.
Saciar a minha sede de tanto desejo,
e quebrar o sigilo de tanto rancor.

Mas que droga neste mundo
existir uma coisa tão cruel quanto o amor.
Como pode doer tanto e nem mesmo ferir sua pele?
Sabe já não aguento mais.
Somos tão egoísta, agindo como se apenas nós tivéssemos sentimentos. 

[A despedida da nobreza - Brenda Stelys]

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Persuadir, enganar e machucar porque não troca tudo isso apenas por simplicidade?


Eu não quero mais, guardar, o que eu sinto parece uma bolha de sabão quente.
Parece tão simples e transparente e calmo, mas quando menos se espera, mesmo com o maior cuidado ela se esvai, estoura e se vai pra sempre.
Os dias vão passar e vai ficar insuportável, e porque mesmo aconteceu?
E vai ser assim a vida até eu ter a coragem de não mais pecar, contra tudo o que eu preso.
Porque tão longe eu me sinto mal a cada dia, porque querendo ou não você esta lá, a cada dia a presença mais forte, e talvez estaremos juntos de novo, vivos como as cores num intenso vermelho.
Eu lembro de todas as tardes surpreendentes
Eu não queria que fosse assim, mas aonde foi parar a fidelidade?
Provavelmente se foi junto com meu orgulho, mas mesmo assim um dia ainda estaremos juntos, pois eu sinto falta do seu aperto forte, seu abraço quente em meio à crise.
Então não diga que tudo esta melhor assim, não pense por um minuto, e percebe que belo é tudo que construímos e tudo ficara bem.
Mesmo que talvez seja melhor assim, tudo fica mais forte e a cada dia esta mais viva mais intensa, porém fica calmo e quente aqui dentro, mas nada confortante. 

[Persuadir, enganar e machucar porque não troca tudo isso apenas por simplicidade?- Brenda Stelys]

domingo, 16 de janeiro de 2011

Estou chata e sem titulo para o texto.

Quando o mundo me abraça e eu me sinto sozinha,
tão longe do objetivo,
tão longe de tudo que queira,
Eu não quero falar,
Quando eu fico sozinha em multidões
Eu queria que você estivesse lá sorrindo pra mim,
segurando minha mão.
Preciso de você, preciso agora,
Então me diga, como vai a vida?

Hoje eu queria te levar alguns beijos,
levar um pouco de carinho,
Mas não posso, seria muito estranho, estúpido,
porém não há um único dia que eu não pense nisso,
esta tão longe, quando podia estar tão perto.
Então me diga, como vai a vida?

Ouvindo canções que me fazem perder o ar.
relembrando tudo aquilo que deixei de falar, em melodias
simplesmente me perco em tanto desengano.
E penso que se talvez eu tivesse dito...
Talvez, talvez, talvez...
Então me diga , como vai a vida?

[Estou chata e sem titulo para o texto. - Brenda Stelys]

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mensagem de inicio de ano, atrasado yoho'

E assim todos continuam os mesmos, não importa as palavras nem os atos,não importa os erros, ou as mentiras,e muito menos importa seu seu emprego o seu lugar.
E assim todos continuam no seu canto no seu lar, sem caminhar, nem progredir.
A alma guarda velhas lembranças, retalhos, vão continuar no mesmo degrau, com suas recordações, suas coisas impossíveis e seus medos. Mesmo assim o mundo continua girando!
Olhe pra cima e veja as nuvens se movendo, não perca seu tempo. O egoísmo é algo que maltrata, mas estão todos perdidos em suas próprias vidas que não percebem todo erro.
E assim tudo continua em cores envelhecidas, ou em preto e branco, o certo e o errado. 

[Mensagem de inicio de ano, atrasado yoho' - Brenda Stelys]