quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Chuva de cometas.

Naquela chuva de cometas eu apertava forte a sua mão,
olhava-mos pra cima e para os lados,
Fingindo que nada estava acontecendo,
Com vergonha até mesmo de comentar algo entre nós
Tão estranho quando deixamos os impulsos acontecerem com a pura sanidade mental,
Eu fiquei tímida, vermelha e sem saber o que fazer,

Naquela chuva de cometas eu apertava forte sua mão,
Desejando que aquilo fosse um abraço forte e conseqüentemente um beijo,
Um beijo não seria mal, alias mal nenhum, mas todos estão olhando agora,
Só agente não percebe que estamos de mãos dadas vendo a chuva de cometas,

Naquela chuva de cometas eu apertava sua mão,
Assim chuva de novos sentimentos surgiram dentro de mim,
Eu me sentia livre, calma, e talvez apaixonada,
Mas quando os olhares se cruzaram e depois eles viram as mãos entrelaçadas,
Tudo sumiu, sorrimos em silencio e ficamos aparentemente surpresos.
Eu desejei então que aquilo acontecesse de novo, pra assim ter a coragem de te pedir um beijo.

[Chuva de cometas - Brenda Stelys]

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