sábado, 18 de dezembro de 2010

segunda, terça, quarta, quinta e...

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Hoje eu quero muito postar algo aqui, mas minha cabeça dói muito, por isso vou fazer o máximo pra expressar o que estou sentindo.  >.<


"Finalmente um ano sem decepções, passei os obstáculos,
Joguei fora todos os papeis, e guardei ,
Guardei suas cartas, que fizeram lágrimas de alegria rolarem.
Estou muito madura mesmo, pra não guardar rancor.

Pensei que poderia voar com aquele balão verde,
Pensei que poderia voltar em casa sem marcas de sol,
Pensei que deixou de me amar porque foi embora sem se despedir,

Vestida pro baile, fiquei como uma verdadeira lady,
Passei a sombra azul que tanto gosta e o brilho para os lábios bem claro,
E nem se deu o trabalho de ir,
Mas que raiva agora eu vou ter que me vestir assim só pra você, que egoísta em?
Mas este nem é o problema maior,
E você sabe porque.

E quando deitei tudo daquela noite se passou, e Caim matou Abel,
Eu sinto falta de tudo, do seu cheiro, pele, voz, olhar.
Peço toda noite que você esteja aqui, em pedidos de aniversário, de ano novo.
Todos os dias eu tento adaptar meus sonhos pra que eles se adaptem a minha realidade,
Eu guardo muita coisa, mas não sei o que dizer, pois eu sei que não me escuta.
Talvez um dia só você me escute, mas o que vou dizer? 
Isso que da se apaixonar.

Estou quebrada, é cansaço talvez,
Estou vazia, de fome. 
Estou apaixonada, por bolhas de sabão e pelo meu cata-vento laranja.

O Deus é tanta coisa, tanto sentimento."

[sexta-feira]

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Chuva de cometas.

Naquela chuva de cometas eu apertava forte a sua mão,
olhava-mos pra cima e para os lados,
Fingindo que nada estava acontecendo,
Com vergonha até mesmo de comentar algo entre nós
Tão estranho quando deixamos os impulsos acontecerem com a pura sanidade mental,
Eu fiquei tímida, vermelha e sem saber o que fazer,

Naquela chuva de cometas eu apertava forte sua mão,
Desejando que aquilo fosse um abraço forte e conseqüentemente um beijo,
Um beijo não seria mal, alias mal nenhum, mas todos estão olhando agora,
Só agente não percebe que estamos de mãos dadas vendo a chuva de cometas,

Naquela chuva de cometas eu apertava sua mão,
Assim chuva de novos sentimentos surgiram dentro de mim,
Eu me sentia livre, calma, e talvez apaixonada,
Mas quando os olhares se cruzaram e depois eles viram as mãos entrelaçadas,
Tudo sumiu, sorrimos em silencio e ficamos aparentemente surpresos.
Eu desejei então que aquilo acontecesse de novo, pra assim ter a coragem de te pedir um beijo.

[Chuva de cometas - Brenda Stelys]